Os dias têm sido de trabalho, de stress, de compensações por vezes.
As férias estão a chegar e melhor não poderia acontecer nesta altura!
Quero paz em mim, que estas pessoas todas parem de lutar em mim.
Quero querer
Um diário de uma viagem que realizo sem sair de onde escrevo. Dou a volta por todo o meu "eu" em busca de mim própria. Pode ser a chave para a vida, pode ser inútil, mas é necessário.
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
sábado, 4 de dezembro de 2010
Gostos e manias
Gosto de escrever com os dedos despidos de mentira
Gosto de sentir as cordas presas nos dedos, como se a música dependesse disso para viver
Gosto de sentir violentamente
Gosto de tanta coisa, que nem sei do que gosto...
Desvaneios de loucura existencial...
Gosto de sentir as cordas presas nos dedos, como se a música dependesse disso para viver
Gosto de sentir violentamente
Gosto de tanta coisa, que nem sei do que gosto...
Desvaneios de loucura existencial...
Pensamentos perdidos num dia de chuva
Mais um dia frio, mais um dia doente. Saí para absorver ar e alimento de literatura.
Estou a construir o meu império literário, o meu castelo de livros para escrever mais e melhor.
Não serei génio sem saber como são os verdadeiros génios, nem poderei falar sem conhecer. É tempo de criação, de estudo e de instrospecção.
Pensar pode criar infelicidade, sem pensar não sou feliz, dizem que remédio é equilibrio. Mas se sou desiquilibrada como fazê-lo? Alguém tem uma solução?
Estou a construir o meu império literário, o meu castelo de livros para escrever mais e melhor.
Não serei génio sem saber como são os verdadeiros génios, nem poderei falar sem conhecer. É tempo de criação, de estudo e de instrospecção.
Pensar pode criar infelicidade, sem pensar não sou feliz, dizem que remédio é equilibrio. Mas se sou desiquilibrada como fazê-lo? Alguém tem uma solução?
sábado, 6 de novembro de 2010
Eras meu mundo
Havia uma altura em que tu eras tudo e eu era parte de ti. Eras meu vicio, consumia-te para viver.
Um dia deixaste de satisfazer o meu vicio, agarrei um mais fácil de obter.
Quero consumir-vos até não ter mais sede, esta sede é cada vez maior.
Meu corpo não aguenta, nem meu coração.
Qual de vocês escolher? Não sei.
Eras o meu mundo, morri por ti, nasci para ti, fui eu para ti.
Deste mundo só restam recordações e o desejo dos beijos que nunca me deste e eu que, sempre, os senti.
Eras meu mundo, e esmagaste-o com a tua ausência.
Um dia deixaste de satisfazer o meu vicio, agarrei um mais fácil de obter.
Quero consumir-vos até não ter mais sede, esta sede é cada vez maior.
Meu corpo não aguenta, nem meu coração.
Qual de vocês escolher? Não sei.
Eras o meu mundo, morri por ti, nasci para ti, fui eu para ti.
Deste mundo só restam recordações e o desejo dos beijos que nunca me deste e eu que, sempre, os senti.
Eras meu mundo, e esmagaste-o com a tua ausência.
sexta-feira, 5 de novembro de 2010
Sou o que odeio e não sou o que sou
Olho-me neste mar de gente, vejo o meu reflexo em tantas delas, mas distorcido.
A realidade é mentira e o sonho irreal, tornei-me o que não queria e não sou o que sou.
Quero ser o que penso estar bem para mim e não correcto para os outros.
Não gosto de falar de ninguém mas falo, caio no abismo em vez de voar alto por cima das cabeças de quem julga.
Quero-me aceitar sem julgar, mas queria ser como os outros dizem e não me conheço nessa forma.
Quem és tu pessoa ambígua, por quem te chamam?
Ninguém ou multidão? Quantas almas tens?
Contigo sonho, comigo convivo, em ti me quero sentir.
Su o que odeio e não sou o que sou, onde estás tu afinal?
A realidade é mentira e o sonho irreal, tornei-me o que não queria e não sou o que sou.
Quero ser o que penso estar bem para mim e não correcto para os outros.
Não gosto de falar de ninguém mas falo, caio no abismo em vez de voar alto por cima das cabeças de quem julga.
Quero-me aceitar sem julgar, mas queria ser como os outros dizem e não me conheço nessa forma.
Quem és tu pessoa ambígua, por quem te chamam?
Ninguém ou multidão? Quantas almas tens?
Contigo sonho, comigo convivo, em ti me quero sentir.
Su o que odeio e não sou o que sou, onde estás tu afinal?
domingo, 31 de outubro de 2010
Eu e eu
Neste momento de egocentrismo quero falar de mim, não ser como narciso nem fazer de mim o que não sou, tirar a roupa da minha personalidade, e não do meu corpo.
A minha personalidade a nu treme, com frio, com medo que a descubram. Talvez não seja assim tão forte como quero ser, nem tão despreocupada como aparento.
Geralmente digo que o que dizem não me importa, mas fere, o que eu gostava que não acontecesse.
Fere e moi, eleva-me a pensar porquê que não agi. Talvez os meus reflexos sejam lentos.
Sinto-me em muitas pessoas e em nenhuma, já quis matar uma dessas almas que correm entrando sem convite por mim adentro.
Volta sempre para me assombrar, para me lembrar do quão frágil e vulnerável que sou.
Odeio-o o que sou e odeio-me por não ser, a minha essência está escondida bem fundo, enterrada como um tesouro perdido, mais precioso do que qualquer cofre com moedas doiradas.
Gostava de mostrar quem sou do modo certo, deixar de tomar decisões para não me sentir mal entre os outros. Que raio de coisa é esta, se muitas vezes não quero estar com ninguém?
Às vezes gosto de derramar gotas de tristeza, para libertar o acumulado ou mesmo sem razão, o que é mau vem-me à memória e então essas lágrimas fazem sentido. Algumas são de sangue, outras de vento, outras do que ainda vai acontecer...
Eu e eu somos pessoas diferentes que me disputam, sou uma serva delas e elas servem-me, não de igual modo.
A minha personalidade a nu treme, com frio, com medo que a descubram. Talvez não seja assim tão forte como quero ser, nem tão despreocupada como aparento.
Geralmente digo que o que dizem não me importa, mas fere, o que eu gostava que não acontecesse.
Fere e moi, eleva-me a pensar porquê que não agi. Talvez os meus reflexos sejam lentos.
Sinto-me em muitas pessoas e em nenhuma, já quis matar uma dessas almas que correm entrando sem convite por mim adentro.
Volta sempre para me assombrar, para me lembrar do quão frágil e vulnerável que sou.
Odeio-o o que sou e odeio-me por não ser, a minha essência está escondida bem fundo, enterrada como um tesouro perdido, mais precioso do que qualquer cofre com moedas doiradas.
Gostava de mostrar quem sou do modo certo, deixar de tomar decisões para não me sentir mal entre os outros. Que raio de coisa é esta, se muitas vezes não quero estar com ninguém?
Às vezes gosto de derramar gotas de tristeza, para libertar o acumulado ou mesmo sem razão, o que é mau vem-me à memória e então essas lágrimas fazem sentido. Algumas são de sangue, outras de vento, outras do que ainda vai acontecer...
Eu e eu somos pessoas diferentes que me disputam, sou uma serva delas e elas servem-me, não de igual modo.
quarta-feira, 13 de outubro de 2010
Ausências
O que eu sentia confirmou-se hoje, estou doente.
Bem sabia que estas dores de cabeça não eram normais.
Vamos ver se melhoro.
Estive ausente por não ter acesso à internet, não por falta de tempo.
Que será de mim amanhã? Vais-me deixar em paz dor maldita?
Bem sabia que estas dores de cabeça não eram normais.
Vamos ver se melhoro.
Estive ausente por não ter acesso à internet, não por falta de tempo.
Que será de mim amanhã? Vais-me deixar em paz dor maldita?
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